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CAIPIRA E O GRANFINO BAIXAR

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postado por Elke

CAIPIRA E O GRANFINO BAIXAR

| Música

    Contents
  1. O Granfino e o Caipira - Victor e Leo (letra da música) - Cifra Club
  2. O Granfino e o Caipira (Ao Vivo)
  3. Granfino e o Caipira
  4. Baixar Musica MP3 Victor Leo O Granfino E O Caipira

Victor & Leo - O Granfino E O Caipira (Ao Vivo) - als coolen MP3 Klingelton downloaden. Top-Handy Downloads World Music. Sou um homem da cidade / Tô chegando de viagem / Vim buscar minha moça, meu amor / A mais linda desse interior / Sei que aqui há um caipira / Que os. Download O Granfino e o Caipira (Ao Vivo) song on zeldagames.info and listen Victor & Leo Ao Vivo Em Uberlândia O Granfino e o Caipira (Ao Vivo) song offline.

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Estamos estudando a possibilidade de trazê-los a Bauru. A paca vem no carreiro, o Capiau ta na mira no baque da Laporte, a caa deita e revira Adora uma caada, mas no despensa um catira Ele s anda descalo, marra a cala com embira Ser doutor muito fcil, o difcil ser caipira. Marcadores: Caxiné e Caxiado. Ao passar a encruzilhada do meu cavalo montado Ele quer tomar as rdeas ao caminho acostumado No sabe que aquele amor j coisa do passado E no sabe que seu dono esta morrendo, apaixonado. O que ruim est aumentando o que bom ningum semeia. Mensagens No sou poeta, sou apenas um caipira e o tema que me inspira a fibra de peo. Kaique Merlo. Dando sinal de levante entrou na mata fechada De repente l no alto, ele deu uma barroada Eu falei pro companheiro ona e das bem criadas Minha espingarda tem bala fico firme na cilada O senhor de coragem vai esperar na passagem no corredor da picada. A terra tremeu e o cho abriu E o homem de capa preta naquele instante sumiu, Sumiu tambm naquele instante O maior dos violeiros e tudo no passou de um sonho que eu tive com grande mestre Tio Carreiro. B Mandei fazer uma canoa, fundo preto e barra clara Dois remos de guarant e um varejo de guaiara A B E Aia, o apoito pesa uma arroba jogo na agua o bote para. Foi importante eu ter feito essa viagem, Pois conheci essa frondosa capital Estou surpreso vendo tanta aparelhagem, Para o senhor isso tudo normal Sou o paciente que o destino lhe oferece, No me conhece como um profissional L onde eu moro o senhor se sentiria, Como eu me sinto aqui nesse hospital. Demetrios José. Nobody Bam-bam-bam VIP. D E A Herana de um grande amor que amei, sem ser o dono. Os olhos de Deus monitoram todos os nossos seguimentos um satlite divino, fazendo o rastreamento A lei divina perfeita, Jesus Cristo cem por cento Quem querer a salvao, na bblia tem a lio Pra o nosso arrependimento. Eu tenho uma cartucheira de qualidade bem rara uma dois cano trunchada que at prancho ela vara Aia, anta deita na fumaa na hora que ela dispara. Mensagens 4. Cantando coisas to simples, tento fazer minha histria Sentimentos e paixes, povoam minha memoria Mas nenhum deles consegue, me roubar a alegria Se alguma magoa me amola, eu transformo em alegria. O pobre rapaz escutava calado igual um aluno aprendendo a lio No outro dia fugiu com a menina, os dois foram viver nos confins do serto Ombro a ombro eles trabalhava a noite dormia num velho galpo A menina dormia na cama e o caboclinho dormia no cho Foi a primeira vez na histria, que uma rolinha teve gloria ser protegida por um gavio.

Sou um homem da cidade / Tô chegando de viagem / Vim buscar minha moça, meu amor / A mais linda desse interior / Sei que aqui há um caipira / Que os. Download O Granfino e o Caipira (Ao Vivo) song on zeldagames.info and listen Victor & Leo Ao Vivo Em Uberlândia O Granfino e o Caipira (Ao Vivo) song offline. Cifra para ukulele da música O Granfino e o Caipira de Victor e Leo. Baixar PDF chego de carrão F Dm F C Mostro o bolso e ganho o seu coração (parte 2 ) B7 Em C Sou o tal caipira que o granfino falou Am C Não escondo a questão Am. Sou um homem da cidade / Tô chegando de viagem / Vim buscar minha moça, meu amor / A mais linda desse interior / / Sei que aqui há um caipira / Que os. Clique agora para baixar e ouvir grátis AS MELHORES - VICTOR E LEO postado por Pazinha CDs em 25/02/, e que já está com

Eu no sou muito exigente Nem sou muito largado Eu tomo whisky com gelo Bebo pinga com limo Tendo mulher na parada Bandida boa ou safada quenga que eu acho bo. Tom: E E B G E B Tenho saudade de rever nas currutelas as mocinhas nas janelas acenando uma flor Por tudo isso eu lamento e confesso que a marcha do progresso a minha grande dor Cada jamanta que eu vejo carregada transportando uma boiada me aperta o corao E quando olho minha traia pendurada de tristeza dou risada pra no chorar de paixo.

O meu cavalo relinchando pasto a fora que por certo tambm chora na mais triste solido Meu par de esporas meu chapu de aba larga uma bruaca de carga um berrante um faco O velho basto o sinete e o apero, o meu lao e o cargueiro, o meu leno e o gibo, Ainda resta a guaiaca sem dinheiro deste pobre boiadeiro que perdeu a profisso. No sou poeta, sou apenas um caipira e o tema que me inspira a fibra de peo. Quase chorando embudo nesta mgoa rabisquei estas palavras e saiu esta cano Cano que fala da saudade das pousadas que j fiz com a peonada junto ao fogo de um galpo Saudade louca de ouvir o som manhoso de um berrante preguioso nos confins do meu serto.

Tom: A E B G hh E h5 B Uma famlia no lar, tranquilo esto descansando Ladres invade o recinto, se reagem vo matando Pra crucificar os pais, abuso de sua filha E o que no pode levar, destroem s pra deixar a cicatriz na famlia. O que se passa hoje em dia, preciso fazer protesto Precisamos dar um fim, nesta onda de sequestro Voc que esta no poder, no di porque filho nosso Decretem pena de morte, pois pode virar a sorte amanha ser o vosso.

Frederico Cruz morava, do outro lado do rio E uma menina doente, um medico a me pediu Um camarada da casa aproveitando um estio Num cavalo de corrida ai, pela estrada ele partiu. Na ida ele teve sorte, a chuva no impediu Quando volto com os remdios uma capa ele vestiu No travessa o rio de novo, uns galhos sobremergido Cavalo espanto e ele ai, na correnteza caiu.

Cavalo nadava muito, do outro lado saiu Chegando em casa molhado, com os areio e cochonil A famlia vendo aquilo o povo se reuniu Foram achar no outro dia ai, l numa curva do rio. Nos galhos o corpo enroscado, que a famlia descobriu Com os remdio ainda no bolso, pra leva e no conseguiu Deixaram uma cruz fincada, naquele lugar sombrio Todos que soube a noticia ai, no teve quem no sentiu.

B F 7 Se os dias do meu passado renascessem novamente B Eu teria ao meu lado quem eu amo loucamente E F 7 Meus sonhos teriam vida, meus lbios beijos ardentes E B E B Eu no padecia mais, afogando os meus ais e a dor que meu peito sente. Se voltassem meus cabelos cor de antigamente As rugas que me envelhecem se acabavam simplesmente Minhas pernas enfraquecidas ficariam resistentes Eu seguia a minha estrada, procurando minha amada que eu perdi para sempre.

Vai bem longe aquele tempo, que jamais me sai da mente Levando a felicidade que passou to de repente Assim como o vento passa vai pra outros continentes Passou minha mocidade s deixando por maldade a velhice no presente. Vivo mergulhado em pranto a fingir que estou contente Carregando um sentimento que aos poucos mata agente No silencio dos meus dias eu alcanarei somente No final da minha estrada, onde eu encontro morada, pra morar eternamente.

B F 7 Uma moa da roa da perna bem grossa e feitio no olhar B Na flor da idade veio pra cidade para estudar B7 E Mora com a madrinha que minha vizinha de apartamento B F 7 B To apaixonado por este pecado que um monumento. Ela fala errado pronomes trocados e sem concordncia nois fica nois vai nois foi nois sai mais no tem importncia Ela disse pra mim responde meu benzim esta minha pregunta Se nessa esfregana eu pegar a pana nois dois se ajunta.

Essa moa caipira uma hora me pira quando abre a boca Fala zoio e zuvido pra mim tem sentido um dizer de cabocla Esta convivncia j deu influencia no meu portugus Vejam s como pode j falo pra mde caipirei de veiz. Eu gosto da linguagem toda caipiragem desta caboclinha Mesmo falando errado eu no to preocupado ela minha rainha Sobre a pregunta dela apertou a fivela mais vou responder Se vier um filinho j tem um cantinho pra juntos viver. A E7 Deus fez o mundo to lindo,s belezas que rodeia.

Deus fez o mar azulado e o castelo da sereia.

Fez peixe grande e pequeno e tambm fez a baleia. Fez a terra onde formei meu cafezal de ameia, Baixado cheio de gua onde meu arroz cacheia.

Deus fez cachoeiras lindas l na serra serpenteia. Fez papagaio que fala passarada que gorjeia. Tangar canta de bando a natureza ponteia Pros catireiros de penas que no galho sapateia. Mundo velho mudou tanto que j est entrando areia. Grande pisa nos pequenos coitadinhos desnorteia Quem trabalha no tem nada enriquece quem tapeia. Pobre no ganha demanda rico no vai pra cadeia.

Na moral do velho mundo quem no presta pisoteia. Os mandamentos de Deus tem gente que at odeia. Igrejas esto vazias antigamente eram cheias.

O que ruim est aumentando o que bom ningum semeia. Tem at mulher pelada no lugar da Santa Ceia. S Deus pode dar um fim no que o diabo desnorteia. C F G C Eu estou nas garras de uma saudade, aqui na cidade 24 horas G C Saudade da roa e da casinha branca, onde o galo canta ao romper da aurora F G C Lugar que passei minha juventude, com toda a sade e muito vigor F D G Domando cavalos e jogando lao, paixo proibida foi o meu fracasso C Deixei para sempre meu recanto do amor.

Outro ditado antigo que ta boca da gente Eu vou dizer pra vocs o que no me deixa contente Cerveja quente, boi doente e mulher da gente. Festa que no tem cerveja eu acho uma pilantragem Eu chuto o pau da barraca, eu no levo desvantagem Sou de coragem, no tem friagem sou da muagem. Qualquer marca de cerveja, me d prazer no sabor Estilo do cervejeiro, mulherada d valor comedor, conquistador e namorador. Foi importante eu ter feito essa viagem, Pois conheci essa frondosa capital Estou surpreso vendo tanta aparelhagem, Para o senhor isso tudo normal Sou o paciente que o destino lhe oferece, No me conhece como um profissional L onde eu moro o senhor se sentiria, Como eu me sinto aqui nesse hospital.

L eu domino aquele incndio alastrado, Que sendo um raio deixa fogo no espigo Se der um golpe em um jatob airado, Eu sei o lado que a arvore cai no cho Sou especialista em mata-burros e porteiras, Sei a madeira que se usa no mouro Vamos comigo ver meu mundo a cu aberto, Onde o trabalho tambm uma operao.

Todas as vezes que me chamam de caipira, um carinho que recebo de algum uma prova que a pessoa me admira, E nem calcula o prazer que agente tem Doutor agora nos j somos bons amigos, Vamos comigo conhecer o meu alm Para dizer que sou caipira da cidade, Mas l no mato eu sou um doutor tambm. Eu levo alegria sim, tristeza no levo no Pois um ponteado bem feito balana o corao Repicar uma viola no coisa pra quem quer A viola manhosa igualzinha uma mulher A paixo vem no embalo nas dez cordas afinadas No repicado bonito suspira a mulher amada.

Voz e viola em dueto so coisas que se admira Fazem parte da bagagem da nossa moda caipira Serto boiada e rodeio so coisas do sertanejo Um pouco de tudo isso em todo lugar eu vejo Vai um violeiro outro vem veja s como que Ou velho ou novo tocando a vida vamos levando e a viola esta de p.

E B G h5p h1pH E H B Por muito tempo esta viola vez o povo arrepiar A multido aplaudir e a plateia delirar Nas mos do rei do pagode s faltava ela falar Esta viola pagodeira eu gosto de pontear.

No dia 15 de outubro chorou o Brasil inteiro A perda de um grande mestre um exemplo de violeiro O maior de todos tempos um campeo pagodeiro A eterna majestade o saudoso Tio Carreiro.

O som da sua viola ficou aqui no Brasil A batida do pagode coisa igual nunca se viu Pardinho no canta mais dessa terra ele partiu Porque o mestre Tio Carreiro deixou um espao vazio.

A E7 No suportando a saudade, meu bem vim lhe visitar A Trazendo flores bonitas, pra o nosso amor enfeitar D E7 Distante dos teus carinhos, eu sofro tanto e reclamo D E A Te juro minha querida, vou terminar minha vida, nos braos de quem eu amo B E7 A Ooohhh, Hoooi paixo, nos braos de quem eu amo. Nosso amor no tem limite, No sei onde vai parar Quanto mais voc me ama, Mais eu quero te amar Uma dor de cotovelo, Machuca eu e voc Somos dois apaixonados, Vive algum ao nosso lado Fazendo a gente sofrer O nosso caso de amor, Est correndo perigo Mas quem tem anjo de guarda, No cai nas mo do inimigo Somente as foras ocultas, Podero nos castigar Mas amar no pecado, Deus est do nosso lado Ningum vai nos separar Tom: E E B 9 G E B Tem prisioneiro inocente no fundo de uma priso Tem muita sogra increnqueira e tem violeiro embruio Pro prisioneiro inocente eu arranjo advogado E a sogra increnqueira eu dou de lao dobrado E o violeiro embruio com meus versos esto quebrados.

No estado de Gois meu pagode est mandando O bazar do Vardomiro em Braslia o soberano No repique da viola balancei o cho goiano Vou fazer a retirada e despedir dos paulistano Adeus que eu j vou me embora que Gois t me chamando. Porque o povo esta gostando, eu tambm t caprichando B7 E B7 E De vez enquando soltando, um pagode bom na praa. A sina de um cantador, somente Deus quem traa Pra ser um bom violeiro, no pode fazer ruaa Precisa deixar o nome, no lugar aonde passa S cantando modas boas, pra agradar a grande massa Da sorte nis no reclama, eu zelo por nossa fama Aonde o povo me chama, tem pagode bom na praa.

Quem quizer cantar pagode, mostre sangue e mostre raa Se no for pra ser bem feito, s vocs que no faa O batido do pagode, eu ensino at de graa Quem canta pagode certo, pode crer que no fracassa E o pagode brasileiro, d nome pra violeiro Quem quizer ganhar dinheiro, pe pagode bom na praa. Tom: A E B G E B Pai Joo na fazenda dos coqueiros Foi destemido carreiro querido do seu patro Sua boiada o Xibante e o Brioso No morro mais perigoso arrastava o carreto.

Numa tarde pai Joo no esperava Que a morte lhe rondava l na curva do areio E numa queda embaixo do carro caiu do mundo se despediu preto veio pai Joo. Caminheiro aquela cruz no caminho J contei tudo certinho a histria de pai Joo, Resta saudade daquele tempo que foi o velho carro de boi no fundo do mangueiro. Tom: D E B G 4hhhhhh E B Velho, trabalhou de sol a sol Derramando seu suor Pra poder me sustentar Velho, quantas vezes pelos cantos Por no poder te ajudar.

Velho, l no campo entre os brutos Na linguagem dos matutos Voc foi meu professor Velho, voc o papai Noel Que pra mim caiu do cu Velho, que foi feito s de amor Velho D E A Herana de um grande amor que amei, sem ser o dono.

Pra roubar o seus carinhos fazia longas jornadas Cabresteado pela fora da paixo desenfreada Ela era a estrela guia luz da minha caminhada Para mim ela foi tudo eu pra ela no fui nada.

Foi mais uma desventura como tantas que acontece Ela j se esqueceu de quem nunca lhe esquece Quando vou pra aquelas bandas corao chora e padece Porque aqueles caminhos mil lembranas me entristecem. Ao passar a encruzilhada do meu cavalo montado Ele quer tomar as rdeas ao caminho acostumado No sabe que aquele amor j coisa do passado E no sabe que seu dono esta morrendo, apaixonado.

E B7 Minha gente d licena eu quero chegar cantando E Quero chegar com sorriso no quero chegar chorando. Vim a procura de amigos, amigos quero encontrar Eu quero deixar saudades, saudades quero levar S cantando modas boas alegrei o cho baiano Gosto muito da Bahia, mas sou piracicabano.

Um esteio que no cai, um jogador que ningum vence assim que eu comparo o povo paranaense Estado do ouro verde, cheguei alegre cantando Eu gosto do Paran, mas sou piracicabano. O estado de Gois belezas no tem igual Onde est nossa Braslia, a capital federal Fecho com chave de ouro despedindo dos goianos Meu povo pode contar com esse piracicabano.

E B7 Levantei a tampa, voltei ao passado, Meu mundo guardado dentro de um ba E Encontrei no fundo todo empoeirado, O meu velho lao bom de couro cr E7 A Me vi no arreio do meu alazo, Berrante na mo no meio da boiada E F Abracei meu lao velho companheiro, Bateu a saudade, veio o desespero B7 E Sentindo o cheiro da poeira da estrada.

Poeira da estrada s resta saudade Poeira da cidade a poluio No se v vaqueiros tocando boiada Trocaram o cavalo pelo caminho E quando me bate saudade do campo Pego a viola e canto a minha solido No me resta muito aqui na cidade E quando a tristeza pega de verdade Eu mato a saudade nas festas de peo.

A E No sei quem foi o poeta, que com o n na garganta B7 E Disse um dia apaixonado, quem canta seus mal espanta A E Vivo distante da fama, nem preciso muito dela B7 E Simples como a flor do campo, eu levo essa vida to bela. Cantando coisas to simples, tento fazer minha histria Sentimentos e paixes, povoam minha memoria Mas nenhum deles consegue, me roubar a alegria Se alguma magoa me amola, eu transformo em alegria.

Todo dia peo a Deus, que me permita seguir Levando o meu semelhante, a vontade de sorrir E se no for pedir demais, deixe que eu morra cantando Quero despedir sorrindo, porque j nasci chorando.

Riff: E B G E B Foi chegando naquela penso, um viajante j fora de hora Foi dizendo para a garonete me traga um frango vou jantar agora Eu estou bastante atrasado, terminando eu ja vou embora Ela ento respondeu num sorriso mame ta de p pode crer no demora. Quando ela foi servir a mesa, delicada e com muito bom jeito Me desculpe mas trouxe uma franga talvez no esteja cozida direito O viajante foi lhe respondendo talvez franga crua talvez eu aceito Sendo uma igual a voc, seja a qualquer hora tambm no injeito.

Foi saindo de cabea baixa, pra queixar ao seu pai a mocinha Minha filha mate outra franga, pode temperar, porm no cozinha Vou levar esta franga na mesa se bem que comigo a conversa curtinha a coisa que mais eu detesto, ver homem barbado fazendo gracinha. Foi chegando o velho e dizendo,Vim trazer o pedido que fez Quando o cara tento recusar j se viu na mira de um schimith ingls O negcio foi limpar o prato quando o proprietrio lhe disse cortez Ns estamos de portas abertas pra servir a moda que pede o fregus.

E B7 Perguntei ao preto velho: por que chora meu heri E Preto velho respondeu: meu corao que di! B7 Eu j fui bom candeeiro, fui carreiro e fui peo, E J derrubei muito mato e j lavrei muito cho E7 A Com carinho carreguei os filhos do meu patro E B7 E Em troca do que fiz s recebi ingratido!

Sempre chamei de senhor quem me tratou a chicote Livrei o patro de cobra, na hora de dar o bote Eu sempre fui a madeira e o patro foi o serrote Sofri mais do que boi velho com canga no cangote! Da terra eu terei o ouro e o patro fez o seu anel Mas agora estou velho, e meu patro mais cruel Esta me mandando embora vou viver de lu em lu, O que me resta esperar a recompensa do cu! Minha cabocla escolhe a semente, assoviando uma cano de amor Em devaneio vejo em minha mente, um feijoal de desmanchando em flor O chego forte de terra molhada, e um trovozinho surdo no horizonte Dizendo que vai chover mais essa noite e aumentar a aguinha da fonte.

Tom: A E h B h G h E h10 B E B E Vivo infeliz por no esquecer um velho amor B Que marcou no passado, est presente seja aonde for A E Queria que ela visse o sofrimento que eu estou B E Quem ama no esquece, que esqueceu nunca amou. Arrumei outra para ficar em seu lugar Para ver se cura a cicatriz que me deixou Mais no adianta s voc vendo como estou Quem ama no esquece, que esqueceu nunca amou.

Mandei em bora quem estava no seu lugar A porta est aberta para quando quiser voltar Se estas com outro o infeliz mesmo sou eu Por no te esquecer, voc j me esqueceu Se estas com outro o infeliz mesmo sou eu Por no te esquecer, voc j me esqueceu. Tom: G e B G D A E Nosso amor sem limites, mais que amor profundo Sem mentira e falsidade o maior do mundo Dou muito valor a vida, vivendo nos braos dela Ela vale mais que a vida, no quero a vida sem ela.

E B G E B Um boiadeiro de porte franzino, Num hotel granfino sozinho entrou. E B G E B Batendo a poeira do chapu surrado, com modo educado ao gerente falou.

E B G E B Amanha bem cedo agente proseia, a viagem foi feia estou um bagao. O gerente disse com jeito selvagem, s dou hospedagem pra gente descente Saia vazado e pegue seu trilho, jamais andarilho ser meu cliente Talvez um albergue noturno o aceite, ou ento se ajeite em alguma cocheira Porque meu hotel no aceita bagulho, por ser o orgulho da classe hoteleira.

Na hora o gerente assumiu sua culpa, eu peo desculpa por tudo que fiz Disse o boiadeiro esta dispensado mal educado e no sabe o que diz Se quiser emprego e agentar o mato, eu tenho trabalho fora desta rea No lugar do burro que puxa a moenda da grande fazenda, do rei da pecuria. Quando me entendi por gente, que eu pude raciocinar Todos meus sapatos velhos continuei a guardar Aquele l marronzinho pus quando fui me formar Aquele outro esportivo era s pra passear Aquele l de pelica quando eu sa na estica, num sbado pra casar.

Agora olho os sapatos vem a saudade judia Pois foi com os sapatinhos que passei melhores dias Eu era um rei inocente que nem eu mesmo sabia Pra me ver sempre feliz mame tudo me fazia Foi quando anos depois eu calcei 42 ali meu sonho morria.

O retrato dos meus ps em cada sola estampado o trilho da minha vida por meus prprios ps pisados Seu moo tambm meu corpo anda um tanto judiado o peso dos ps no tempo por quem eu sou pisoteado Os sapatos que guardei sem saber, colecionei os passos do meu passado. Eu vivo sempre pensando, Meus olhos vivem chorando No tenho felicidade, Estou morrendo aos poucos E o que me deixa mais louco, a maldita saudade.

Bate com a lngua no dente, mas prela eu no do pelota Pressa mulher faladeira to servindo de chacota Feio tambm tem mulher cada um tem sua cota Por isso eu falo e sustento tudo que agente faz tem um pagamento E eu volto o troco conforme a nota. Dela me chamar de feio pouco importo eu no ligo Com toda minha feiura consegui ter meu abrigo Quem desgava quer comprar verdade o que eu lhe digo Ser feio no defeito quem ama gosta de qualquer jeito um ditado certo que vem dos antigos.

Deus me fez um homem feio pra no desmentir a raa Sou feliz vivendo assim feiura no me embaraa Nenhum bonito passou aonde esse feio passa Sou feio mais so enjoado vale muito mais um feio engraado Do que mais de sem bonito sem graa.

O BAIXAR GRANFINO E CAIPIRA

Passarada ainda canta Curi, Currupio Trinca-ferro, Tangara, Sabi Saracuro Assanhao faz regencia canta no p de mamo Na capoira feixada canta o principe azulo O canto de uma Perdiz me faz suspirar feliz, serto ainda serto. Nosso serto sobrevive apesar da agresso Da ganancia dos humanos que destroem nosso cho Mas c onde a motossera e o trator nunca viro No tendo ouro nem prata que ao meu ver perdio Aqui a me natureza renova sua beleza, serto ainda serto.

Aqui no meu p de serra finquei o meu corao Os esteios fiz de paz, pus poesia no eito Os baldrames pura f, e os barrotes de iluso Cobri tudo de esperana, e desafio a solido Neste mundo de meu Deus vou vivendo os dias meus, serto ainda serto. Os donos do mundo com golpes vibrantes, meu serto gigante fez adormecer Velhas tradies caram pra sempre, ficando somente a brisa a gemer Descendo serra entre verde mato, solua o regato despertando a fonte At a lua que era risonha, parece tristonha l no horizonte.

Serto vazio devagar vai morrendo, em silencio sofrendo a destruio Igual tecido desfeito em retalho, gotas de orvalho sumindo no cho Lagrimas de sangue derramando eu vejo, vrios sertanejos de almas feridas Meu serto vazio dorme soluando acorda chorando nas manhas sem vida.

O Granfino e o Caipira - Victor e Leo (letra da música) - Cifra Club

Aqui bem distante um grande desgosto, sentindo no rosto meu pranto cair Serto vazio um reinado sem rei, teu nome gritarei pra cidade ouvir As grandes cidades sem agricultura, ningum segura sua marcha r Querido serto poderosa raiz sem voc meu pais no aguenta de p.

Minha viola caipira tem as 10 cordas de ao De janeiro a janeiro ela tine nos meus braos Nunca tive professor pra fazer o que eu fao Eu canto desde menino e nunca tive embarao. Meu pagode violento igual s ondas do mar Quando passa um vem outro pra ocupa o seu lugar Minha viola venenosa e s espalha alegria Tristeza no passa perto porque se contagia. Num castelo sou ou rei, no mar sou um tubaro No truco eu sou um zap, e na selva sou um leo Na estrada sou uma carreta, e no ar sou um avio No brao desta viola sou um violeiro campeo.

Tom: A E B G hh A E hh B A E7 Fiz um poema com palavras to bonitas, Caprichei bem na escrita, tambm fiz um cano Bm E7 A Fui no jardim, colhi as flores mais belas, Margaridas amarelas e a rosa branca em boto A7 D Com muito gosto arrumei nossa casinha, Da sala at a cozinha e carpi todo o quintal A E7 A Rocei o pasto e consertei a porteira, Enfeitei a casa inteira como se fosse o Natal.

L na varanda amarrei de novo a rede Pendurei bem na parede o quadro da Santa Ceia No cho da sala todo de terra batida Dei uma boa varrida e no ficou um gro de areia. Na nossa cama pus a colcha de piqu Com as beiradas de croch que voc fez tudo a mo Troquei as folhas com capricho e muito esmero As penas do travesseiro e palhas novas no colcho.

Chegou o dia que voc ia voltar Eu cheguei at chorar de tanta felicidade Levantei cedo e me arrumei com muito zelo Reparti bem o cabelo que nem gente da cidade.

Botina nova que me apertava um pouco Cala de Brim arranca-toco e bigode bem aparado De leno branco, camisa preta de lista Eu parecia um artista daqueles bem afamado. E bem na hora que passava a jardineira Me deu uma tremedeira quando a porteira bateu Sa correndo l pras bandas da estrada Pra ver a sua chegada e voc no apareceu. A jardineira foi sumindo no estrado Levando a minha iluso e a tristeza que ficou Foi s um sonho, sentei na cama chorando Hoje est fazendo um ano que voc me abandonou.

Pega a foice e o machado A B7 E Vai pro rancho descansar. Sua choa no groto Desafia a solido, doendo Sabi o seu vizinho Guardio do seu ranchinho Canta uma paixo ter. Morre o sol avermelhado Sobe a sobra no espigo Passarada em sinfonia Num coral de alegria Inocente orquestrao. S quem sofre o caboclo A saudade pouco a pouco amola Solido traz nostalgia Esperando novo dia Desabafa na viola.

O GRANFINO E BAIXAR CAIPIRA

E B7 Avio corre no ar e a gua corre de rio abaixo A E O dinheiro no meu bolso esta correndo de mao em mao A B7 Corro o dedo na viola de corda em corda de trao em trao E Minha fama tambm corre por toda a parte por onde eu passo. Junto com meu companheiro corro no estado de fora a fora Dentro da minha cabea sempre correu a boa memria Corro o lpis no papel e j sai moda na mesma hora Nunca corri de campeo nunca embaracei com minha viola.

Nas festas que vou chegando o povo corre pra me encontrar Onde eu canto meu pagode as meninas correm pra me abraar Corro de mulher casada pra minha vida no complicar Um dia tambm corri pra ver meu amor do lado de l. Eu atravessei o rio correndo tranquilo em minha canoa Meu bem corre pros meus braos com meus carinhos sorri a toa Tem violeiro por ai que corre de perto e de longe acoa Meu pagode corre a praa o ano inteiro e ningum enjoa. D A No sei se foi sorte ou azar, que o meu destino se cruzou com o seu Bm G S sei que meu corao sofre, lembrando tudo que a gente viveu D A Eu passo a noite acordado, dividindo espao com a solido Bm G Batendo forte no peito, to descompassado o meu corao.

Bm Eu toda noite me lembro da felicidade das juras de amor A G D Do seu olhar to bonito, sinto nos meus braos ainda o calor G Bm Nesse seu corpo moreno de pele queimada dos raios do sol A A7 D Sinto ainda seu cheiro em nosso lenol.

Pelos bolsos da camisa, eu procuro o seu retrato Pois assim talvez consiga, te encontrar por um momento Numa foto em 3x4 No casaco o seu perfume, na agenda algum bilhete Ou um fio do seu cabelo, que pudesse estar grudado Em um simples sabonete To sofrendo aqui sozinho, corpo queima feito brasa Foi to grande o seu carinho, deve haver algum restinho De voc por esta casa.

No sei aonde te encontrar, no sei aonde vou fugir de tanta solido Por mais que eu tente te buscar, em cada canto em qualquer lugar Eu so consigo te encontrar, no corao.

Numa noite enluarada defronte uma encruzilhada Eu seguia com a viola ponteando Quando de repente surgiu na minha frente, o encardido E murmurou no meu ouvido dizendo, pra um desafio to te chamando.

Numa estrada de cho vermelho com minha viola nos braos Eu caminhava tocando a lua guiava meus passos Na curva da Gameleira eu me vi num embarao E B G E B Passava da Meia noite no me lembro bem a hora O meu corpo arrepiou, corao pulou pra fora Um homem de capa preta pediu a minha viola.

O sujeito foi falando sem levantar a cartola Ou vence o meu desafio ou levo sua alma embora Saia fogo em seus dedos quando fazia o ponteado E [12] B [12] G [12] E [12] B [12].

O Granfino e o Caipira (Ao Vivo)

Era difcil vencer o desafio do diabo Do medo eu tirei fora rezei e fui ajudado E B G E B Pra te ajudar violeiro por Deus fui designado Aquele vulto falou pode ficar sossegado Quando perguntei seu nome eu fiquei lisogiado E B G E B A terra tremeu e o cho abriu E o homem de capa preta naquele instante sumiu, Sumiu tambm naquele instante O maior dos violeiros e tudo no passou de um sonho que eu tive com grande mestre Tio Carreiro.

Quem tem um anjo da guarda esta sempre protegido a providencia divina que nos livra do perigo Sempre salva o inocente da trapaa do inimigo por isso que eu canto e conto o que aconteceu comigo.

GRANFINO BAIXAR E O CAIPIRA

B F 7 B Neste meu universo caipira desde cedo comecei cantar F 7 B Foi at no lamento de um peo, que um berrante pude repicar F 7 B Estudando na escola da vida, tirei dez no vestibular F 7 B Vi que todas as marcas de amor, so difceis de cicatrizar B7 E F 7 B Fugindo da solido mantendo a tradio, sempre vou estar. Sou caboclo e sou feliz, roceiro no interior Gosto de um franguinho na panela, pescaria tambm dou valor Quem ouve o doutor e o caipira, ou at caipira lavrador Valoriza o caboclo do mato e o pequeno mdio agricultor Pela honra de glorificar, eu sempre vou cantar, o poder do criador.

Minha viola a mesma de sempre, meu estilo nunca vou mudar S mudei o assunto das letras, nosso mestre preciso louvar Cururu, Querumana e Pagode, pro povo sempre vou cantar Pros fs que me admiram, meu respeito nunca vai faltar Moda boa sem apelao se no tem palavro, sempre vou gravar.

Venho de terra distante, onde o cu mais azul Sinto estrelas cintilante, me guiando para o sul Beberei agua da fonte, limpa e pura verdadeira Vou transpor as cordilheiras, seguindo ordem do corao E ao chegar ao vale verde, matarei a minha cede, soltando as rdeas da emoo.

Erguerei o meu ranchinho, l na boca da mata Bem defronte uma cascata, ali vai ser o meu ninho Cantarei nas madrugadas, serei mais um passarinho Livre, livre, pra voar.

Na alegria ou na tristeza vivo abraado nela E B7 E Minha viola divina eu ganho a vida com ela. O quadro da santa ceia 12 apstolo tem Minha viola no santa, por isso, 10 cordas tem 12 meses tem o ano, 12 horas tem o dia 12 horas tem a noite, essa noite de alegria Essa viola divina, j me deu o que eu queria. No aprendi fazer guerra na escola de cantoria Fazer guerra muito fcil quero ver fazer poesia Com essa viola divina um pedido eu vou fazer Para Deus matar a morte pro cantador no morrer Enquanto existir viola cantador tem que viver.

Se at o ano trs mil, se uma viola s existir Garanto vai ser a minha que no parou de tinir Um cantador sem viola na carreira nada tem Minha viola divina das mos de Deus que vem Quem no gosta de viola no gosta de nis tambm. E B7 Minha viola pagodeira minha fonte de poesia E Rainha das madrugadas em noites de canturia B7 Ela sempre me acompanha chega a gemer nos meus braos E A viola que ponteio tem as dez cordas de ao.

Onde tem som de viola e o cantador no compasso A alegria permanente tristeza no tem espao Igual os dez mandamentos da escritura sagrada A beleza do ponteio por Deus abenoada. Minha viola pagodeira minha oitava maravilha Tendo voc nos meus braos minha estrela eu sei que brilha Encostada no meu peito derrubo qualquer barreira Defendendo as razes dessa terra brasileira. Esta viola vermelha j fez tristeza acabar Fez muitos lbios sorri, fez plateias admirar Mais um dia entristeceu no silencio da saudade Quando pra sempre seu dono partiu para eternidade Ela chora apaixonada que at meu corpo arrepia Da um gemido em cada corda quando comigo recorda Esta imortal melodia.

E B G E B Ela perdeu o seu dono eu perdi um grande amigo.

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Esses falsos sertanejos para se ouvir no da p Deixa o povo duvidoso ser se ou no De fato a pinta deles no pra se botar f As modas so sempre as mesmas s traio de mulher Se jugam evoludos cada um pensa o que quer Mas na minha opinio se isso for evoluo ela andou de marca r. Esses violeiros modernos com tristeza que digo Para no ouvir suas modas, nem o radio j no ligo Porque esses cantadores do serto so inimigos Pois lutam pra derrubar o nosso costume antigo Mas quem trai nosso povo tem que receber castigo Pois vamos ficar de olho pra acabar com esse joio que esta sujando o trigo.

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Igor Basso igorbasso17 gmail. Caminheiro, Leva este recado meu! Caminheiro, Me faa este favor! Caminheiro, No esquea de avisar! E B7 Eu quis fugir do destino, fugir da realidade, A B7 E B7 e sufocando a saudade aquela cidade fui deixando pra trs, E B7 que esse meu desatino uma mulher envolvente, A B7 E amor diferente, olhar de serpente o doce veneno que me satisfaz.. Paixo, Fazendo a gente sofrer Documentos semelhantes a Cifra de Viola Caipira vol.

Kaique Merlo. Marcos Cavutto. Silvio Marchini. Danilo Vicente. Marco Antônio. Lucas Lanza de Paula. Wagner Modesto. Por gentileza caso alguem tenha alguma notícia nos comunique, ela o viu quando bebê somente.

Depois de muitas viagens pelo Brasil ao passarem em Belo Horizonte conheceram o acordeonista José Domingos de Souza Roney e o convidaram para fazer parte da dupla. Podem ter lançado , mas gravações mesmo, pouco mais de Alguém poderia me ajudar! Se algum de nossos colaboradores tiver mais informações sobre a dupla, ficaríamos muito grato se nos enviasse. Galhiardi, Diamante e A.

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A partir de a dupla deu início a uma longa e brilhante carreira. Fonte: Compositor Ademar Braga e Site: www. Em paralelo a carreira artística, Zé Claudino atuou como empreiteiro de obras até sua aposentadoria. Em , influenciados pelo compositor Anacleto Rosas Jr. No total, foram 13 discos 78 rpm, 12 com o primeiro Monteiro e apenas 1 com o segundo. Fotos recolhidas da net. Play da radio. Play Novo. Moda dos Inventores Brinquinho e Brioso